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    Há mais de 60 anos reunindo famílias e mantendo a tradição e a cultura japonesa em Niterói-RJ.
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    Veja em nossa programação os eventos para 2018.

Nossa história

Em 1955 durante as festas de Natal, 12 personalidades da colônia japonesa de Niterói, que naquela época se restringia a poucas famílias, reuniram-se na residência do Sr. Massayoshi Wakigawa, e fundaram o Nihonjinkai de Niterói. Para conduzir essa entidade foi eleita a primeira diretoria, tendo a sua frente, como Diretor-Presidente, o Sr. Takeyoshi Awata.

20 anos depois, em 1975, o Nihonjinkai de Niterói tornou-se a ACENB – Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira de Niterói, e posteriormente substituída em 1990, pela ANN – Associação Nikkei de Niterói, hoje com mais de 100 associados (famílias).

Atualmente nossa Associação continua em plena atividade tendo comemorado os 60 anos em 2015 em uma grande festa no Clube Português de Niterói, ocasião em que foi comemorado também o Bonenkai (festa de Fim de Ano) tendo como convidados integrantes de outras associações do Estado do Rio de Janeiro e o então Cônsul Geral do Japão, Sr. Tsuyoshi Yamamoto.

Nesta oportunidade a ANN não poderia deixar de homenagear essas personalidades, que transpondo muitas dificuldades da época, iniciaram uma entidade que tivesse como principal finalidade, preservar e passar aos descendentes, as tradições, a cultura e a língua japonesa. Dois membros fundadores receberam homenagens: Sr. Mário Miyazato e Sr. Mário Haguihara. Os demais foram homenageados através de seus familiares presentes na comemoração.

 

Aos Srs. Massayoshi Wakigawa, Akiyoshi Wakigawa, Kanoe Fukui, Akikazu Watanabe, Takeyoshi Awata, Mário Miyazato, Keniti Hayashi, Kiyube Komatsu, Kebtaro Kawakami, Tomemitsu Nukariya, Mário Haguihara e Aragão Sugahara, o nosso

Muito Obrigado !!!

Sr. Mário Miyazato
   
Sr. Mário Haguihara

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Atividades

 

A ANN mantém atividades organizadas pelos próprios associados com o objetivo de cultivar os laços de amizade entre as famílias nikkeis de todo o Brasil. Normalmente são eventos que abrangem as famílias de Niterói e também do Rio de Janeiro, e eventualmente do Brasil.

Estas atividades são diretamente relacionadas à cultura japonesa, uma forma de passar aos descendentes um pouco de conhecimento da tradição de seus ancestrais. Atividades esportivas também são importantes na integração das pessoas.

Atividades culturais (entre outras):

  • Undokai: gincana esportiva que reúne famílias inteiras na disputa de atividades simples e divertidas
  • Shinenkai: festa em comemoração do ano novo
  • Bonenkai: festa em comemroação do final de ano
  • Festa da Criança: comemoração do dia das crianças
  • Festa Junina: festa junina do Colégio São Vicente onde contribuímos com uma barraca de yakissoba e tempurá
  • Karaoke: atividade de canto acompanhado de fundo musical
  • Nihongo Gakko: curso do idioma japonês
  • Mangá: curso de desenho em estilo japonês

 
Atividades esportivas (entre outras):

  • Gateball
  • Baseball
  • Softball
  • Pesca

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Cursos

Atualmente oferecemos os cursos de idioma Japonês e Mangá para crianças, jovens e adultos. Qualquer um, independentemente de ser associado ou não, pode participar.

 

Nihongakko (idioma japonês)

Luana e Arthur aprovados na Prova de Proficiencia em Língua Japonesa N5 em 2016

O curso oferecido prepara o aluno para participar dos concursos de oratória japonês, para as provas de proficiência e também para as bolsas oferecidas pelas entidades Japonesas no Brasil para ir ao Japão. Nossos professores contam inclusive com a experiência de já terem sido bolsistas por estas entidades e vários alunos também já tiveram a oportunidade de ir ao Japão conhecer um pouco mais da cultura e do dia-a-dia dos japoneses.

O material didático utilizado foi escolhido de acordo com os padrões atuais do Japão.

Associados da ANN contam com descontos exclusivos nas taxas de material e mensalidades.

Veja mais informações e contatos aqui.

 

Mangá

Visite o site do Curso de Mangá

Mangá é arte japonesa dos desenhos das histórias em quadrinhos.

Este curso é oferecido pela professora Vanessa Pastana e para maiores informações clique na imagem acima para visitar o site do curso.

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Eventos 2018

Centenário da Imigração

100 Anos da Imigração Japonesa
(texto retirado do site oficial do Centenário)

A imigração japonesa no Brasil tem como marco inicial a chegada do navio Kasato Maru, em Santos, no dia 18 de junho de 1908.

Do porto de Kobe a embarcação trouxe, numa viagem de 52 dias, os 781 primeiros imigrantes vinculados ao acordo imigratório estabelecido entre Brasil e Japão, além de 12 passageiros independentes.

Recém chegados a um país de idioma, costumes, clima e tradição completamente diferentes, os imigrantes pioneiros trouxeram consigo esperança e sonhos de prosperidade.

 
Pré-imigração

Kasato Maru

Embora o Japão tenha enviado seus primeiros imigrantes ao Brasil em 1908, os primeiros japoneses a pisar em solo brasileiro foram quatro tripulantes do barco Wakamiya Maru que, em 1803, afundou na costa japonesa. Os náufragos foram salvos por um navio de guerra russo que, mesmo não podendo desviar-se de sua rota, levou-os em sua viagem.

No retorno, a embarcação aportou, para conserto, em Porto de Desterro, atual Florianópolis (SC), no dia 20 de dezembro, permanecendo até 4 de fevereiro de 1804. Ali, os quatro japoneses fizeram registros importantes da vida da população local e da produção agrícola da época.

Incidentalmente, outros japoneses estiveram de passagem pelo país, mas a primeira visita oficial para se buscar um acordo diplomático e comercial ocorreu em 1880. No dia 16 de novembro daquele ano, o vice-almirante Artur Silveira da Mota, mais tarde Barão de Jaceguai iniciou, em Tóquio, as conversações para o estabelecimento de um Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre os dois países.

O esforço nesse sentido prosseguiu em 1882, com o ministro plenipotenciário Eduardo Calado, mas o acordo só seria concretizado 13 anos mais tarde. Em dia 5 de novembro de 1895, em Paris, Brasil e Japão assinaram o Tratado da Amizade, Comércio e Navegação.

 
Abertura à imigração

Entre eventos que antecederam a assinatura do Tratado, destaca-se a abertura brasileira às migrações japonesas e chinesas, autorizadas pelo Decreto-Lei nº 97, de 5 de outubro de 1892. Com isso, em 1894 o Japão envia o deputado Tadashi Nemoto para uma visita em cujo roteiro foram incluídos os Estados da Bahia, do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

Satisfeito com o que viu, Nemoto manda um relatório ao governo e às empresas de emigração japonesas, recomendando o Brasil como país apto a acolher os imigrantes orientais. A partida da primeira leva de japoneses que deveria vir trabalhar nas lavouras de café em 1897 teve, no entanto, de ser cancelada justamente na véspera do embarque.

O motivo foi a crise que o preço do produto sofreu em todo o mundo, e que iria perdurar até 1906. Em 1907, o governo brasileiro publica a Lei da Imigração e Colonização, permitindo que cada Estado definisse a forma mais conveniente de receber e instalar os imigrantes.

Em novembro do mesmo ano, Ryu Mizuno, considerado o pai da imigração, fecha acordo com o secretário da Agricultura de São Paulo, Carlos Arruda Botelho, para a introdução de 3 mil imigrantes japoneses num período de três anos. Nessa época, o governador era Jorge Tibiriçá. Assim, no dia 28 de abril de 1908, o navio Kasato Maru deixa o Japão com os primeiros imigrantes rumo ao Brasil.

 
O período da imigração

Os 781 japoneses recém-chegados foram distribuídos em seis fazendas paulistas. Enfrentaram, porém, um duro período de adaptação. O grupo contratado pela Companhia Agrícola Fazenda Dumont, por exemplo, não permaneceu ali mais que dois meses. As outras fazendas também foram sendo gradativamente abandonadas pelos exóticos trabalhadores de olhos puxados e costumes tão diferentes. Em setembro de 1909, restavam apenas 191 imigrantes nas fazendas que os contratara.

Não obstante, no ano seguinte, a segunda leva de imigrantes já estava a caminho. E no dia 28 de junho de 1910, o navio Ryojun Maru aportava em Santos com mais 906 trabalhadores a bordo. Distribuídos por outras fazendas, eles viveriam os mesmos problemas de adaptação dos compatriotas que os antecederam. Aos poucos, porém, os conflitos foram diminuindo e a permanência nos locais de trabalho, mais duradoura.

Veja o texto completo no site oficial do Centenário – http://www.centenario2008.org.br

 
Comemorações do Centenário da Imigração

Site do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro

No ano de 2008, comemoramos o Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e para marcar esta data, foram criadas associações pelo Brasil para planejar e organizar os eventos comemorativos. No Rio de Janeiro foi criada a Comissão de Eventos Comemorativos do Centenário da Imigração Japonesa do Estado do Rio de Janeiro e do Ano de Intercâmbio Brasil-Japão a qual, em conjunto com o Centro Cultural e Informativo do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, preparou um folder explicativo dos eventos programados para este ano.

Veja o folder do centenário abaixo.

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A ANN é uma associação cultural sem fins lucrativos.

A participação é livre para todos os descendentes de japoneses e não-descendentes que tenham interesse na cultura japonesa.

Apesar disso, precisamos contar com a colaboração e contribuição de nossos associados para organizar e realizar os eventos. A colaboração é a ajuda na organização e na realização destes eventos, a contribuição é a parte financeira para que possamos arcar com os custos dos eventos, e a participação é simplesmente vir e desfrutar da alegria de passar bons momentos com a família e amigos.

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Niterói/RJ – Brasil

 

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